Em uma semana de maratona de visitas em projetos agropecuários na região Nordeste, a Ministra da Agricultura, Thereza Cristina, no dia 15/02/2018, foi conhecer unidades de produção de rosas e flores ornamentais em São Benedito, e uma granja, a EMAPE, localizada no município de Tianguá, na Serra da Ibiapaba (CE).
A EMAPE é uma granja produtora de ovos, sendo uma das mais modernas do setor na região Nordeste. Bom, mas o que tem a ver a visita da Ministra Tereza Cristina e os empreendimentos visitados, com a Palma Forrageira? Bem, a princípio nada! Porém, o proprietário da granja, Roberto Pessoa, a pouco mais de um ano atrás me procurou para que implantássemos uma área de palma forrageira em sua propriedade, o que foi realizado, sendo concluído o plantio em fevereiro/2018. Como iria haver a visita da ministra, Dr. Roberto Pessoa, nos convidou para apresentar a palma forrageira. Daí pensei comigo: acho que é uma oportunidade para não só apresentar a palma forrageira, como também entregar uma proposta para dinamizar o cultivo da palma em terras cearenses. Foi uma boa ideia!
Eu e meu amigo de guerra em defesa do setor agropecuária nordestino, Francisco ZUZA de Oliveira, nos unimos na tarefa de arranjar uma “brechinha” na agenda intensa da ministra e apresentar a proposta sobre a palma forrageira. Não foi uma fácil, mas conseguimos um tempinho com a ministra e entregamos nossa proposta.
Bom, a conversa foi bem curtinha, mas espero que, não só a ministra, como o Secretário Nacional da Agricultura Familiar, que também estava presente, tenham conseguindo perceber a importância estratégia do cultivo da palma forrageira para as atividades pecuárias na região Nordeste.
Espero que a pequena explanação e o documento entregue despertem o interesse para implantação efetiva de ações voltadas para a dinamização da palma forrageira, tanto para ampliação das áreas cultivadas, como também para implementação de políticas que possibilitem o incremento da produtividade através de introdução de tecnologias, como o adensamento e a irrigação, além de controles de pragas e doenças.
A nossa parte foi feita. Agora é contar com o apoio de entidades, produtores, técnicos e agentes envolvidos nas atividades pecuárias, como a bovinocultura e a caprinovinocultura, as quais tem a palma forrageira como a melhor alternativa alimentar na região semiárida.
Abaixo segue o link da proposta apresentada a ministra:
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